Fotografo: Divulgação
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Sem Legenda

Em conversa com um blog de Salvador, na tarde desta sexta-feira (18), o deputado Carlos Jordy (PSL-RJ), suspenso junto a outros quatro deputados, comentou sobre a crise interna da sigla. "Evidente que isso é uma retaliação, uma perseguição política, tanto que foi com nós cinco, os considerados pivôs desse suposto motim [...] É uma questão de inviabilizar a nossa lista, se formos suspensos das atividades, nossas assinaturas não seriam válidas, nós esperamos já ter as assinaturas para substituir o delegado Waldir, até terça-feira", declarou Jordy.
 
O parlamentar afirmou que existem conversas, visando uma reconciliação entre as alas do PSL. "Francischini [Felipe Francischini (PSL-PR)] tem tentado uma conciliação, a Carla [Carla Zambelli (PSL-SP) também. Há uma possibilidade, ainda que remota, que um cargo importante do partido, como a secretaria-geral do partido, seja dada para alguém de indicação do Jair Bolsonaro, para que assim, esse poder tão concentrado no Bivar seja diluído".
 
Segundo Jordy, caso a conciliação não se efetive, é provável que Bolsonaro saia do partido e a ala bolsonarista o acompanhe. "O partido já tem cometido muitos erros que acabam prejudicando a imagem do partido, o eleitor está notoriamente ao nosso lado. Você chegar agora e expulsar assim, prejudica demais a imagem do partido", declarou o parlamentar