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Divulgacao

A DUPLICAÇÃO DA RIO BAHIA, JÁ DEVIA TER SIDO CONCLUÍDA
A imprensa conquistense  noticiou a presença do Presidente Bolsonaro em Conquista no mês de setembro, para participar de evento político. A visita do Chefe da nação seria uma oportunidade histórica para nossa cidade reivindicar os pleitos importantes, que só o Governo Federal pode atender, a exemplo da barragem do Catolé, Barragem do Rio Pardo, DUPLICAÇÃO DA RIO BAHIA, dentre outras. O Presidente não veio.
Em 03 de setembro de 2009 a VIABAHIA assumiu a BR 116 e numa cláusula contratual pactuou que quando a RIO BAHIA atingisse 6.500 veículos dias, “era” obrigação da concessionaria duplicar a rodovia em até 12 meses. Curioso é que em 2011 esse número já havia sido ultrapassado. O Ministério Público Federal acionou a VIABAHIA e ANTT, ambas foram condenadas, mesmo com sentença prolatada, conseguem postergar o cumprimento.
O que foi pactuado no referido contrato a obrigação da VIABAHIA repassar anualmente para ANTT, R$ 3.195.000,00 (três milhões cento e noventa e cinco mil reais) a título de fiscalização das obras e das execuções contratuais, que também não vem ocorrendo. Já se foram 11 anos  da cobrança do famigerado pedágio sem a devido retorno previsto ao usuário, constatando  descumprimento da VIABAHIA e a falta de fiscalização da ANTT.
O que é mais grave é que no dia 04 de março de 2015 o fluxo diário de veículos chegou a 10.063 e atualmente o fluxo diário de veículo supera os 12.000 veículos por dia. Como é sabido por todos, as tarifas variam de R$ 2,90 na BR 324  à R$ 45,90 na BR 116 por cada carro, dando uma média de pedágio de R$ 24,40, por praça, sabendo-se que são sete praças de pedágio ao longo da rodovia, gerando uma receita bruta anual de aproximadamente R$ 500.000.000,00 (QUINHENTOS MILHÕES DE REAIS) para a VIABAHIA.
Estaremos, portanto, mobilizando a sociedade para numa possível vinda do Presidente Bolsonaro em Vitoria da Conquista, possamos demonstrar o descaso da concessionária e a falta de fiscalização do Governo, nessa tão importante obra.
JOSE MARIA ALVES CAIRES