Fotografo: Eduardo Martins/AgNews
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Anitta, Lexa, Luísa Sonza e MC Rebecca lançam música em São Paulo

As cantoras Anitta, 26, Lexa, 24, MC Rebecca, 21 e Luísa Sonza, 21, se juntaram para lançar, a partir das primeiras horas desta quarta (20), a música "Combatchy", feita em conjunto e com direito a clipe especial. 
 
“Compositores fizeram essa canção por conta dessa festa Combatchy que eu já costumo fazer. Quando me mandaram a música eu achei que tinha que ter um power do funk, por isso, chamei as meninas”, conta Anitta.
 
A concepção do clipe e da música foi toda produzida por meio de um grupo de WhatsApp liderado pela cantora, que diz gostar de tomar a frente de seus projetos. “Eu fui chamando meninas que eu ainda não havia cantado junto e que eu admirava”, revela Anitta.
 
“Para a gente é um marco porque a Anitta é a precursora desse movimento. Sempre queríamos cantar com ela, mas não tínhamos coragem. Vencemos na vida “, afirma Lexa.
 
“Para o clipe pensei em cada detalhe de postura e figurino para retratar a personalidade de cada uma. Eu sou mais bofinho, a Lexa é mais periguete, a Luísa é a patricinha, e a Rebecca é mais estilosa “, diz Anitta.
 
Na noite desta terça-feira (19), as quatro artistas se reuniram para comandar a quarta edição da Festa Combatchy, no Espaço das Américas. “O show tem duas horas. Falei para elas colocarem uma lista de músicas que cada uma queria cantar de forma intercalada. E deixei claro que aqui não tem regra. Não convido artistas para furada, na hora é divertido”, diz Anitta.
 
O single ‘Combatchy ‘ não encerra o projeto das quatro cantoras. Segundo Anitta, há outras músicas para serem lançadas até o final do ano.
 
Para elas, a parceria é muito simbólica, já que une artistas de histórias de vida distintas. “Não adianta o ritmo ter uma pessoa só bombando. Quanto mais gente fizer trabalho incrível todo o mundo se dá bem”, afirma Anitta.
 
Lexa tem opinião semelhante. “Cada uma tem seu jeito e personalidade. Foi tudo criado por grupo de WhatsApp. Ela [Anitta] empodera ainda mais o pensamento de união das mulheres. Não é só militar, mas colocar em prática”, conclui.