Fotografo: João Arthur/Tamar
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Cerca de 10 toneladas de resíduos já foram recolhidas nas áreas atingidas por óleo, na Bahia. As informações foram divulgadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), na tarde desta terça-feira (8). Segundo o órgão, a remoção do óleo é feita pela Petrobras. A investigação da origem das manchas de óleo é conduzida pela Marinha, enquanto a investigação criminal é feita pela Polícia Federal.
Cinco cidades baianas foram atingidas pela mancha de óleo que afeta o litoral do Nordeste. O último lugar a ter o registro foi Praia do Forte, que fica no município de Mata de São João, com base em informações confirmadas pela Marinha. As demais cidades atingidas pelo óleo são: Jandaíra, Conde, Esplanada e Entre Rios, todas no litoral norte do estado.
As providências burocráticas e administrativas para a destinação final dos resíduos estão a cargo do órgão estadual de meio ambiente, o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema). A destinação provisória do material está sendo definida pelo Ibama junto às prefeituras das áreas atingidas.
 
As praias afetadas são:
Mangue seco e Coqueiro (Jandaíra)
Barra da Siribinha , Barra do Itariri e Sítio do Conde (Conde)
Baixio e Mamucabo (Esplanada)
Subaúma e Porto do Sauípe (Entre Rios)
Praia do Forte (Mata de São João)
 
Nesta terça-feira, a Universidade Federal da Bahia (Ufba) divulgou que pesquisadores do Instituto de Geociências da instituição estão investigando o óleo em laboratório, e integrantes do Instituto de Biologia estão atuando na região para tentar reduzir os danos ao meio ambiente, vida marinha e litorânea.
As manchas chegaram no estado na última quinta-feira (3), quase um mês após o início do problema no país. Mais de 130 praias já foram afetadas pelo problema em todo o Nordeste. Há registro em todos os nove estados da região.