Fotografo: Reprodução
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A modelo, de 39 anos, travou uma luta contra a doença no ano passado. Segundo ela, o mais importante para enfrentar esse período foi a sua cabeça e pensamentos: “Apesar das pessoas não acreditarem, eu sou uma pessoa muito alegre. Nessas horas, a cabeça é o mais importante. Ela comanda o coração, o corpo. Acreditava que se eu levasse essa alegria seria bom”, revelou. 
 
A artista também contou que nem tudo foi visto com bons olhos, já que teve momentos em que ela desabou e caiu no choro: “Não sou supermulher. Claro que chorei, sofri, mas busquei o pensamento positivo”, relembrou. 
 
Fernanda foi diagnosticada com a doença bem na época das férias e optou por contar para pouquíssimas pessoas, mas depois que contou viu que sem eles por perto, seria ainda mais difícil. 
 
 
“Contei para pouquíssimas pessoas. Descobri em julho, uma época em que estava todo mundo em férias, com os filhos...Sei que é importante e não conseguiria enfrentar e superar sem meus amigos neste tratamento, mas, de cara, não falei nem para a minha mãe. Quis saber como seria o tratamento antes", disse. 
 
No final, Fernanda elogiou a medicina brasileira: “Quando a gente fala para as pessoas, isso acaba trazendo um desespero. Câncer é uma palavra que assusta. Quando você escuta a palavra câncer, pensa: ‘ih, acabou’, mas não é assim. Se você descobre no início, há boas chances de recuperação. Obviamente é uma doença difícil, mas a medicina brasileira é muito boa.”
 
A modelo, que também trabalha como apresentadora e atriz, é mãe da pequena Chloé, de apenas seis anos.