Fotografo: Divulgação/E. C. Bahia
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Comandando o ataque do Bahia na boa campanha do time no primeiro turno do Brasileirão, Gilberto chamou a atenção do país e teve até quem pedisse o centroavante na lista de Tite, na Seleção Brasileira. A fase avassaladora do atacante o levou à vice-artilharia do campeonato, com 11 gols, atrás apenas de Gabigol, do Flamengo.
 
Mas, o que era bom durou pouco para torcida do Esquadrão. Desde que marcou pela última vez, em 21 de setembro, na derrota de 2 a 1 para o Corinthians, em Itaquera, o centroavante não conseguiu mais balançar as redes. Há mais de um mês com os mesmos 11 gols, Gilberto completou dez jogos sem marcar ao passar em branco mais uma vez no empate entre Bahia e Chapecoense, por 1 a 1, na noite desta quarta-feira (6), na Arena Fonte Nova.
 
O jejum de gols tirou de vez o atacante tricolor da briga pela artilharia do Brasileirão. À sua frente, além de Gabigol, atual artilheiro com 20 gols, agora está também Bruno Henrique (15 gols), do Flamengo, Eduardo Sasha (12 gols), do Santos, e Wellington Paulista (12 gols), do Fortaleza. Além disso, ele está prestes a ser ultrapassado também por Everaldo (11 gols), da Chapecoense, Arrascaeta (11 gols), do Flamengo, Everton Cebolinha (10 gols), do Grêmio, e Thiago Galhardo (9 gols), do Ceará.
 
E a má fase de Gilberto influencia além da disputa pela artilharia do país. No próprio Tricolor, ele acabou perdendo também a titularidade para Fernandão, seu concorrente na posição. Pelo segundo jogo consecutivo, os lugares se inverteram no time. Contra o Cruzeiro, fora de casa, Gilberto nem entrou na partida, e diante da Chapecoense, atuou apenas no segundo tempo.