Fotografo: Reprodução
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A Fundação Pública de Saúde de Vitória da Conquista, responsável pelo Hospital Municipal Esaú Matos, ganhou ampla repercussão sobre os relatórios do Tribunal de Contas dos Municípios do Estado da Bahia que aprovou o Exercício 2018 com ressalvas. Em nota, a Fundação fez a sua defesa e lançou críticas ao relatório apresentado pelo Conselho Municipal de Saúde, como no caso de supersalário médico que chega aos R$ 36 mil por mês, quase o dobro do que recebe o prefeito Herzem Gusmão Pereira. De Portugal, onde organiza o início do seu pós-doutorado, a psicóloga Monalisa Nascimento dos Santos Barros, presidente do Conselho Municipal de Saúde, repudiou ponto a ponto da nota. “Seria muito mais ético do ponto de vista de esclarecimento como se propõe a nota, que a Prefeitura pudesse ser mais transparente no que fala.
 
 
 
sobre a Fundação Pública de Saúde de Vitória da Conquista, responsável pelo Hospital Municipal Esaú Matos, ganhou ampla repercussão sobre os relatórios do Tribunal de Contas dos Municípios do Estado da Bahia que aprovou o Exercício 2018 com ressalvas. Em nota, a Fundação fez a sua defesa e lançou críticas ao relatório apresentado pelo Conselho Municipal de Saúde, como no caso de supersalário médico que chega aos R$ 36 mil por mês, quase o dobro do que recebe o prefeito Herzem Gusmão Pereira. De Portugal, onde organiza o início do seu pós-doutorado, a psicóloga Monalisa Nascimento dos Santos Barros, presidente do Conselho Municipal de Saúde, repudiou ponto a ponto da nota. “Seria muito mais ético do ponto de vista de esclarecimento como se propõe a nota, que a Prefeitura pudesse ser mais transparente no que fala.
 
 
 
É uma nota mal escrita, uma nota contraditória, uma nota em que começa o parágrafo dizendo que os supersalários são uma ilação, uma falta com a verdade, termina o mesmo parágrafo dizendo que a nova gestão está tomando providência para que isso não se repita. Então na própria nota ela se contradiz”, afirmou a professora da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Monalisa Barros, ao telefone. Segundo a presidente, “há mais de uma ano o Conselho Municipal de Saúde vem requerendo informações que não foram prestadas que resultaram na reprovação de três quadrimestre das contas e não resultou no último quadrimestre porque demos um voto de confiança a nova gestão que já traiu essa confiança ao emitir uma nota como essa que desconsidera e trata a ação do Conselho de uma forma irresponsável de dizer que o Conselho está faltando com a verdade”. Ouça o podcast na íntegra., uma nota em que começa o parágrafo dizendo que os supersalários são uma ilação, uma falta com a verdade, termina o mesmo parágrafo dizendo que a nova gestão está tomando providência para que isso não se repita. Então na própria nota ela se contradiz”, afirmou a professora da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Monalisa Barros, ao telefone. Segundo a presidente, “há mais de uma ano o Conselho Municipal de Saúde vem requerendo informações que não foram prestadas que resultaram na reprovação de três quadrimestre das contas e não resultou no último quadrimestre porque demos um voto de confiança a nova gestão que já traiu essa confiança ao emitir uma nota como essa que desconsidera e trata a ação do Conselho de uma forma irresponsável de dizer que o Conselho está faltando com a verdade”.