Fotografo: Reprodução
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Divulgacao

A chegada de Geraldo Jr. ao MDB no início de abril causou incômodo entre os prefeitos de três das maiores cidades administradas pelo partido na Bahia. 
 
 
Agentes políticos da legenda ouvidos reservadamente contaram que a carta redigida por aliados de Herzem Gusmão pedindo intervenção na direção estadual do partido (veja aqui), revelou o desconforto que o prefeito de Vitória da Conquista, de Feira de Santana (Colbert Martins) e de Itapetinga (Rodrigo Hagge) sentiram quando Geraldo Jr. chegou à legenda com status de cacique e como representante da renovação política para o grupo (leia mais aqui). 
 
 
Na visão de aliados, os prefeitos queriam representar o discurso de renovação no MDB baiano após a desfiliação de Geddel Vieira Lima, em dezembro de 2019, além de terem mais influência no comando do partido em ano eleitoral. O diretório estadual, entre outras funções, destina a verba do fundo eleitoral para as campanhas.
 
 
 
Herzem Gusmão, Colbert Martins e Rodrigo Hagge são pré-candidatos à reeleição nos municípios que administram e não teriam aprovado a autoridade que o presidente estadual do MDB, Alex Futuca, deu para que Geraldo Jr. possa se viabilizar como pré-candidato a vice na chapa de Bruno Reis (DEM) à prefeitura de Salvador.