Fotografo: Rosinei Coutinho/ SCO/ STF
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Sem Legenda

Desde que o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot disse ter entrado armado na Corte com o objetivo de matar o ministro Gilmar Mendes, o Supremo Tribunal Federal (STF) avalia uma série de medidas para reforçar a segurança e aumentar a fiscalização de quem transita pelo tribunal. 
 
O caso aconteceu em 2017, no entanto, veio à tona no último dia 26 após declaração do ex-procurador-geral na imprensa. 
 
Diante da divulgação do relato, o Supremo lançou um edital para comprar quatro scanners de raio-X e dez detectores de metais.
 
Segundo o edital, os equipamentos devem "fornecer imagens capazes de ajudar o operador a identificar materiais que possam apresentar risco à segurança".
 
Ministros do Supremo afirmaram ter sido consultados pela presidência do tribunal sobre a possibilidade de passarem por detectores de metais.
 
Além disso, foi oferecido reforço na segurança dos magistrados. Essas medidas ainda não foram concretizadas.