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Vitória Da Conquista(BA), Sexta-Feira, 21 de Janeiro de 2022 - 17:11
15/12/2021 as 16:28 | Por Da Redação |
Viviane cobra melhorias em postos de saúde e se solidariza com jornalistas agredidos
A parlamentar destinou apoio à mobilização dos Sindicatos de Jornalistas do Nordeste, nesta quarta, 15
Fotografo: Ascom/CMVC
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Na sessão da Câmara Municipal desta quarta-feira (15), a vereadora Viviane Sampaio (PT) afirmou que a Comissão de Saúde, da qual é presidente, recebeu denúncias sobre superlotação na UPA, administrada pelo Estado. Ela alertou que tanto a UPA, como o Hospital de Base, têm sido sobrecarregados com pacientes que não encontram atendimento em postos de saúde do município. Segundo Viviane, numa audiência sobre a atenção básica, foi constatado que mais de 70% das pessoas que chegam à UPA poderiam ter sido atendidas em postos. Ela avalia que a atenção básica municipal não funciona. 
 
A parlamentar destinou apoio à mobilização dos Sindicatos de Jornalistas do Nordeste, nesta quarta, 15. O Dia de Luta da categoria é uma mobilização contra os atrasos salariais, a ausência de reajustes, o desrespeito à jornada de trabalho e a precarização nas redações e assessorias. 
 
Em sua fala, Viviane ainda se solidarizou com os repórteres da Rede Bahia e TV Aratu pelas agressões sofridas por parte da equipe de segurança do presidente Jair Bolsonaro e militantes. Ela lamentou a situação ao frisar que não é a primeira vez que Bolsonaro ataca jornalistas. 
 
Viviane ainda falou da alegria em destinar moção de aplauso ao Colégio Oficina pela ação educativa “Um Olhar Sobre o Feminicídio”, e à Ordem dos Advogados do Brasil - Subseção de Vitória da Conquista, pela eleição de sua primeira presidenta, a advogada Luciana Silva.
 
Viviane ressaltou que apresentou à Casa um projeto de lei que incluía no currículo escolar municipal, noções básicas sobre a Lei Maria da Penha. Para ela, é fundamental levar esse debate para as escolas diante dos graves números que o Brasil apresenta. Viviane lembrou dois feminicídios recentes, a dentista Ana Luiza, morta em Divisa Alegre, Minas Gerais, e a estudante Sashira Camilly. Nessa semana, foram mortas Alcione Malheiros Teixeira Ribeiro, e sua filha, Ana Júlia Teixeira Fernandes, em Guanambi, no Sudoeste baiano. Ela lamentou que em muitos casos, a vítima ainda é culpabilizada diante de justificativas para o crime como o comportamento ou roupa que a mulher tinha. “A culpa nunca é da vítima”, falou.
 

 




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